Atual governador segue liderando, e Marçal se mantém em segundo

Uma pesquisa Datafolha divulgada quinta-feira 10/04/25 mostra que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é favorito na disputa pelo comando do Executivo estadual em 2026, quando pode concorrer à reeleição.
O instituto testou dois cenários com a presença do governador. No primeiro, Tarcísio tem 41% das intenções de voto, ante 15% de Pablo Marçal. O ex-governador e atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), foi colocado na pesquisa mas certamente não disputará o governo de São Paulo.
Veja os números:
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 41%;
Geraldo Alckmin (PSB): 25%;
Pablo Marçal (PRTB): 15%;
Alexandre Padilha (PT): 6%;
Ricardo Salles (Novo): 4%;
Em branco/nulo/nenhum: 9%;
Não sabem: 1%
Em outro desenho sem o governador, Tarcísio segue à frente da disputa.
Veja os números:
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 47%;
Pablo Marçal (PRTB): 16%;
Márcio França (PSB): 11%
Alexandre Padilha (PT): 6%;
Ricardo Salles (Novo): 4%;
Em branco/nulo/nenhum: 14%;
Não sabem: 2%
Nos cenários sem Tarcisio e com o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), em seu lugar, o levantamento mostra que, o empresário Pablo Marçal (PRTB) despontaria.
Geraldo Alckmin (PSB): 29%;
Pablo Marçal (PRTB): 20%;
Ricardo Nunes (MDB): 12%
Rodrigo Manga (Republicanos): 5%
Alexandre Padilha (PT): 5%;
Ricardo Salles (Novo): 4%;
Guilherme Derrite (PP): 3%;
Gilberto Kassab (PSD): 3%;
André do Prado (PL): 1%;
Cenário sem Tarcísio e Alckmin, Marçal lidera.
Pablo Marçal (PRTB): 21%;
Ricardo Nunes (MDB): 15%;
Márcio França (PSB): 11%;
Alexandre Padilha (PT): 7%;
Rodrigo Manga (Republicanos): 5%
Ricardo Salles (Novo): 5%;
Gilberto Kassab (PSD): 5%;
Guilherme Derrite (PP): 4%;
André do prado (PL): 1%;
Em branco/nulo/nenhum: 12%
Não sabem: 5%
Em 2024 o instituto de pesquisas Paraná pesquisas já apontava Marçal na segunda posição com 20,5% das intenções de votos.
Apesar de estar em segundo nas pesquisas e liderando em alguns cenários como um candidato viável, Marçal foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral de São Paulo. A palavra final, contudo, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral.
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