Trump diz que situação de ilha é ‘interessante’ e critica presidente cubano indiretamente: ‘País não está indo muito bem’

REUTERS/Pablo Sanhueza
Após a operação militar na Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro, a situação em Cuba pode se agravar. Historicamente, a relação entre o país cubano e os Estados Unidos é de constantes tensões.
O embargo econômico americano a Cuba está em vigência desde 1962. O movimento dos EUA ocorreu em resposta à Revolução Cubana e ao agravamento das tensões entre os dois países, em meio à Guerra Fria.
Horas após a ação militar americana, o presidente Donald Trump fez um pronunciamento e respondeu a perguntas de jornalistas. Na Flórida, o republicano afirmou que a operação na Venezuela é, sim, uma mensagem para Cuba.
Trump aproveitou para tecer novas críticas à gestão do presidente Miguel Díaz-Canel, que assumiu o governo cubano em 2018. O americano, contudo, não o citou nominalmente.
“Cuba é um caso interessante, não está indo muito bem agora. Esse sistema não tem sido muito bom para Cuba. O povo lá tem sofrido por muitos, muitos anos. Cuba é uma nação falida, e queremos ajudar o povo”, destacou.
“É muito semelhante”, continuou Trump, em relação ao “recado” que a situação na Venezuela passa a Cuba. “Queremos ajudar o povo em Cuba, mas também queremos ajudar as pessoas que foram forçadas a sair de Cuba e vivem neste país”, acrescentou.
‘Recado’ claro
Ao lado do presidente, o secretário de Estado americano, Marco Rubio — que tem origem cubana —, disse que o “recado” deve ser levado a sério.
“Cuba é um desastre. É administrada por homens incompetentes e senis e, em alguns casos, não senis, mas incompetentes. No entanto, não há economia. É um colapso total”, afirmou.
Rubio também acusou Cuba de ajudar a proteger o sistema venezuelano. “Ajudaram a proteger Maduro, isso é bem conhecido, toda a agência de espionagem deles, tudo estava cheio de cubanos”, acusou.
O secretário americano afirmou, ainda, que Maduro recebeu diversas “ofertas generosas” dos EUA para evitar o ataque realizado pelos americanos.
Após a operação militar na Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro, a situação em Cuba pode se agravar. Historicamente, a relação entre o país cubano e os Estados Unidos é de constantes tensões.
O embargo econômico americano a Cuba está em vigência desde 1962. O movimento dos EUA ocorreu em resposta à Revolução Cubana e ao agravamento das tensões entre os dois países, em meio à Guerra Fria.
Horas após a ação militar americana, o presidente Donald Trump fez um pronunciamento e respondeu a perguntas de jornalistas. Na Flórida, o republicano afirmou que a operação na Venezuela é, sim, uma mensagem para Cuba.
Trump aproveitou para tecer novas críticas à gestão do presidente Miguel Díaz-Canel, que assumiu o governo cubano em 2018. O americano, contudo, não o citou nominalmente.
“Cuba é um caso interessante, não está indo muito bem agora. Esse sistema não tem sido muito bom para Cuba. O povo lá tem sofrido por muitos, muitos anos. Cuba é uma nação falida, e queremos ajudar o povo”, destacou.
“É muito semelhante”, continuou Trump, em relação ao “recado” que a situação na Venezuela passa a Cuba. “Queremos ajudar o povo em Cuba, mas também queremos ajudar as pessoas que foram forçadas a sair de Cuba e vivem neste país”, acrescentou.
‘Recado’ claro
Ao lado do presidente, o secretário de Estado americano, Marco Rubio — que tem origem cubana —, disse que o “recado” deve ser levado a sério.
“Cuba é um desastre. É administrada por homens incompetentes e senis e, em alguns casos, não senis, mas incompetentes. No entanto, não há economia. É um colapso total”, afirmou.
Rubio também acusou Cuba de ajudar a proteger o sistema venezuelano. “Ajudaram a proteger Maduro, isso é bem conhecido, toda a agência de espionagem deles, tudo estava cheio de cubanos”, acusou.
O secretário americano afirmou, ainda, que Maduro recebeu diversas “ofertas generosas” dos EUA para evitar o ataque realizado pelos americanos.
“Nicolás Maduro teve múltiplas oportunidades para evitar isso. Ele recebeu várias ofertas muito, muito, muito generosas e escolheu, em vez disso, agir como um homem selvagem. Escolheu, em vez disso, brincar, e o resultado é o que vimos”, descreveu.
“Nicolás Maduro teve múltiplas oportunidades para evitar isso. Ele recebeu várias ofertas muito, muito, muito generosas e escolheu, em vez disso, agir como um homem selvagem. Escolheu, em vez disso, brincar, e o resultado é o que vimos”, descreveu.
Supostas ameaças
Rubio voltou a reforçar que as falas de Trump não são uma ameaça, apesar de resultarem em ações. “As pessoas precisam entender que este não é um presidente que apenas fala e faz cartas e conferências de imprensa. Se ele [Trump] diz que está falando sério sobre algo, ele fala sério, e isso [Venezuela] foi uma ameaça direta ao interesse nacional dos Estados Unidos, e o presidente abordou isso”, continuou.
O secretário ponderou, contudo, que Trump não sai “caçando brigas” e quer se “dar bem com todo mundo”.
“[Trump] conversará e se encontrará com qualquer um, mas não brinque. Não brinque com este presidente no cargo, porque não vai acabar bem. Essa lição foi aprendida na noite passada, e esperamos que seja instrutiva daqui para frente”, concluiu Rubio.
Venda de petróleo para a Rússia
Ainda no pronunciamento, Trump afirmou que os Estados Unidos estão “no negócio do petróleo” e que pretendem vender a commodity para a Rússia “quando as coisas se estabilizarem”.
Segundo Trump, o petróleo venezuelano deve ser vendido em doses superiores às atuais, já que a capacidade de produção da Venezuela é limitada devido à “estrutura ruim”.
“Então, venderemos grandes quantidades de petróleo para outros países, muitos dos quais estão usando agora, mas eu diria que muitos mais virão”.
Críticas a Putin
Trump confessou, ainda, não estar satisfeito com o presidente russo, Vladimir Putin, que estaria “matando muitas pessoas” na guerra contra a Ucrânia, conflito que o republicano disse ter herdado.
“Acho que estamos fazendo progressos, mas essa é uma guerra que nunca deveria ter acontecido. Se eu fosse presidente, isso nunca teria acontecido, mas herdei essa guerra de Joe Biden, Zelensky e Putin”, criticou.
“Estamos perdendo 25 mil a 30 mil seres humanos que vêm de dois lugares que estão muito distantes. Mas, se eu puder parar (a guerra), porque é algo em que sou muito bom, fazer acordos”, completou Trump.
Fonte: R7
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